Igreja Adventista Central realizou a Cerimônia de Admissão de Lenço e Especialidades de seus aventureiros



A igreja Adventista Central de Buíque, através do Clube de Aventureiros Aguiazinhas do Advento, neste dia 24/06/2017 realizou a cerimônia de admissão de lenço e especialidades de seus aventureiros (crianças de 06 à 09 anos de idade) que participam de atividades semanais desenvolvendo suas habilidades mental, física e espiritual. A cerimônia contou com a participação da família pastoral (Richardson e Aline), além dos familiares dos aventureiros, entre eles o senhor Francisco Andrade e família. Venha conhecer esse trabalho especial. 

Informações: Marcos Jean - Ancião da Igreja Adventista. Fone: 9 99574114

Queremos em nome de nossa família, agradecer a equipe da Igreja Adventista Central pela forma carinhosa que vem tratando, não apenas nosso filho, como todas as crianças que frequentam e fazem parte deste Clube de Aventureiros, bem como dos Desbravadores. Essa é uma ótima opção de lazer para nossas crianças, além de um tratamento diferenciado e acompanhamento espiritual que eles recebem. Estamos muito satisfeitos com o desenvolvimento do nosso pequeno, sabemos que muito nos acrescenta essa participação e as atividades que ele vem realizando nos finais de semana. Parabéns a todos.


QUEM SÃO OS AVENTUREIROS?

Um programa internacional de lazer e atividades, patrocinado pela Igreja Adventista do Sétimo Dia, através de um dos seus ministérios – o Ministério Jovem.

Seu objetivo é auxiliar pais, mães ou responsáveis na tarefa de desenvolver os aspectos físico, mental, espiritual e social de seus meninos e meninas, num ambiente seguro e agradável.

Desenvolver as crianças, envolvendo os pais neste trabalho, é a principal missão do Clube de Aventureiros.

Todo o programa se apóia sobre um tripé – Família, Escola e Igreja. A Família tem a prioridade, vindo em seguida à escola, com a igreja atuando como a base de sustentação das outras duas áreas.

Uma criança que faz parte dos Aventureiros será um melhor membro de sua família.

Uma criança que faz parte dos Aventureiros será um melhor aluno em sua escola.

E, além disso, obterá melhor aproveitamento de sua experiência como membro da igreja.


QUEM É O AVENTUREIRO?

Em uma definição bem simples, é um menino ou menina com idade entre seis e nove anos de idade.

Ninguém excepcional, se o compararmos com outras pessoas da mesma idade, alguém muito especial, se o compararmos com qualquer outro ser humano, em qualquer outra idade.

Ele acaba de superar o estágio de criancinha de colo, dependente, e avança a “passos largos” rumo à adolescência. Está curioso com o mundo, com as pessoas, consigo mesmo e com Deus. Quer saber como estas coisas (que o cercam) funcionam, isoladas e em conjunto.

O Aventureiro vive com uma pergunta sempre pronta, na ponta da língua: “por quê?” Ele exige respostas honestas, porém adaptadas à sua capacidade de compreensão.

Sua presença é um desafio constante a quem convive com ele pois está à procura de heróis, modelos, sonhos e possibilidades – na verdade, necessita desesperadamente disso – e espera ajuda para poder identificá-los e segui-los.

Ele é uma mensagem cifrada, dizendo que Deus AINDA não desistiu da Humanidade.


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HISTÓRIA DOS AVENTUREIROS


TUDO COMEÇOU ASSIM...

Foi em 1972 que a Igreja Adventista do Sétimo Dia tentou, pela primeira vez, criar um programa específico para as crianças menores de dez anos. Isso aconteceu em Washington (EUA), sob a direção de Carolee Riegel, num Clube chamado “Os Castores”.

Em 1975, outra Associação (a do Nordeste – EUA) realizou um programa focado neste grupo especial e, cinco anos mais tarde, várias Associações já estavam seguindo estes exemplos pioneiros.

A idéia ganhou forca e foi copiada em muitos e muitos lugares.

Em 1988, a Divisão Norte Americana convidou as Associações interessadas e pessoas especializadas em crianças para estudar a oficialização do Clube de Aventureiros. (Em algumas localidades já se usava este nome).

Uma comissão se reuniu, um ano mais tarde (1989) para atualizar o currículo, as Especialidades e estabelecer normas para a organização e funcionamento do Clube. Participaram deste trabalho líderes da Escola Sabatina infantil, educadores, coordenadores do Ministério da Criança (das Uniões e Associações), e outros especialistas em família e educação infantil.

No mesmo ano (1989), a Associação Geral oficializou as Classes dos Aventureiros (Abelhinhas Laboriosas, Luminares, Edificadores e Mãos Ajudadoras), confirmando o trabalho feito por Teresa Reeve. Ela escreveu o currículo dos Aventureiros com o objetivo de “facilitar à criança partilhar sua fé, se preparar para esta vida e para a vida eterna”.

Em 1990, o plano piloto do Clube de Aventureiros foi iniciado nos Estados Unidos, na Divisão Norte Americana. Em 1991, a Associação Geral o autorizou, como programa mundial, estabelecendo seus objetivos, currículo, bandeira, uniforme e ideais.

Esta é a parcela da historia que outros escreveram.

Uma parte, ainda não narrada, desta história, vai acontecer (ou já está acontecendo) aí, em sua igreja local – na verdade, estes serão os capítulos mais relevantes dela, do seu ponto de vista e do ponto de vista de suas crianças.

Viva bem esta experiência – pode ser, até, que algum dia ela seja, também, contada em um outro livro de receitas ...

Fonte: “Manual Administrativo - Clube de Aventureiros”, página 11

A igreja Adventista Central de Buíque está situada a rua Cecília Modesto, no centro da cidade. Matricule seu filho, vale muito a pena!

2ª Câmara recomenda rejeição das contas de ex-prefeito de Tupanatinga

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Em sessão realizada no último dia 13 de junho, a Segunda Câmara do TCE emitiu Parecer Prévio recomendando à Câmara Municipal de Tupanatinga a rejeição das contas de governo do ex-prefeito Manoel Tomé Cavalcante Neto, relativas ao exercício financeiro de 2014.

O relator do processo nº 15100146-7 foi o conselheiro substituto Carlos Pimentel, que tomou como base, em seu voto, o relatório de auditoria realizado pela equipe técnica do TCE. O relatório apontou várias irregularidades administrativas na gestão do então prefeito, entre elas, um déficit orçamentário, financeiro e patrimonial da ordem de R$ 4.814.422,05.
Segundo o relator, não houve da parte do gestor nenhuma iniciativa no sentido de adotar medidas efetivas visando à arrecadação de receitas próprias, o que demonstrou inércia da Administração em proceder à cobrança de créditos inscritos em dívida ativa tributária.
A prefeitura deixou de elaborar também o  Plano Municipal de Saneamento Básico – e não adotou medidas adequadas para tratamento e disposição da água e de tratamento de esgoto, em desacordo com o que diz a Constituição Federal.
O voto aponta ainda omissão do Chefe do Executivo no recolhimento de contribuições previdenciárias de 2014 devidas ao Regime Próprio de Previdência Social, no total de R$ 673.290,52, parte patronal, e R$ 206.461,48 referente à parte dos segurados, o que afronta princípios da Administração Pública e o dever de contribuir para seguridade social
Outra irregularidade argumentada pelo relator foi a insuficiente transparência do Poder Executivo no ano de 2014, uma vez que a prefeitura não disponibilizou na internet informações obrigatórias sobre orçamento e gestão, conforme determina a Constituição Federal e a Lei de Acesso à Informação.
O voto do relator foi aprovado por unanimidade pelos demais conselheiros da Segunda Câmara do TCE.
Gerência de Jornalismo (GEJO)
Informações: http://www.robsonsampaio.com.br

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